Kael Dorn

Informações Pessoais:
- Nome(s) Alternativo(s): O Cavaleiro Caído
- Raça: Humano
- Gênero: Masculino
- Idade: 52
- Altura: 195 cm
- Aniversário: 01 de Septober
- Local de Nascimento: Shibuya
- Cor de cabelo: Preto Grisalho
- Cor dos olhos: Blue
Informações Profissional:
- Afiliação: Ordem da Luz (Ex-Cavaleiro)
- Ocupação: Guerreiro
- Status: Vivo
Relações:
- Solem Caelum (Conhecido)
- Darian Korr (Amigo†)
- Mira Doven (Amiga)
Historia
- Origem: Humano, Antigo cavaleiro de ordem respeitada, agora um homem amargo que carrega cicatrizes físicas e emocionais.
- Aparência: Homem alto e robusto, ombros curvados, cicatrizes visíveis nos braços e rosto. Trajes simples, desgastados, lembrando um passado de glória. Olhos azuis cansados, mas atentos.
- Personalidade: Reflexivo, sério, às vezes melancólico. Valorizava honra e disciplina, mas aprendeu com a derrota e falhas a aceitar limites humanos.
- Relação com Solem: Mentor indireto sobre falhas e perseverança. Ensina que a humanidade é definida não pela perfeição, mas pelas escolhas e esforços para se levantar após a queda.
Antes, Sir Kael Dorn fora um nome de respeito. Um cavaleiro da Ordem da Luz , treinado desde a infância para ser lâmina e escudo do reino. Mas quando Solem Caelum o conheceu, não havia mais armadura polida ou cavalo imponente — apenas um homem cansado, de ombros curvados e olhar que oscilava entre a vergonha e a saudade.
Ele encontrava refúgio na forja de Darian, onde passava longas horas sentado em silêncio, observando o martelo cair sobre o aço. Às vezes, embriagava-se, outras vezes falava sozinho; mas em algumas raras noites, quando as chamas do forno iluminavam a oficina e o vento parecia trazer memórias antigas, Kael contava suas histórias. Falava de glórias passadas, de batalhas sangrentas, de irmãos de armas que nunca mais voltaram para casa.
Foi com ele que Solem aprendeu uma lição silenciosa: a humanidade não se media pela força ou pelas vitórias, mas pelo que cada um fazia com suas falhas. “Um homem não é o mesmo depois de cair”, dizia Kael, girando uma taça quase vazia em mãos. “Mas às vezes… é no chão que se aprende a levantar de verdade.”
Apesar de sua decadência, Kael tornou-se para Solem Caelum uma figura estranhamente vital. Não era um herói inabalável, mas um exemplo vivo de que até as peças quebradas ainda tinham valor — desde que houvesse alguém disposto a rebatê-las na bigorna.