Mira Doven

Informações Pessoais:
- Nome(s) Alternativo(s): A estalajadeira
- Raça: Humano
- Gênero: Feminino
- Idade: 30
- Altura: 181 cm
- Aniversário: 07 de Jugust
- Local de Nascimento: Ironmaw
- Cor de cabelo: Ruiva
- Cor dos olhos: Azul
Informações Profissional:
- Afiliação: Caldeirão Furado
- Ocupação: Estalajadeira
- Status: Vivo
Relações:
- Branik Thorne (Amigo)
- Darian Korr (Amigo†)
- Elandra Veyth (Amiga)
- Kael Dorn (Amigo)
- Nira (Amiga)
- Serena Kaelith (Amiga)
Historia
- Origem: Humana, viúva jovem, mantém a estalagem central do vilarejo. Conhecida por sua generosidade e capacidade de manter a comunidade unida.
- Aparência: Mulher de estatura média, cabelos ruivos geralmente presos em uma rabo de cavalo simples, olhos azul claros sempre atentos. Roupas práticas, manchadas de cozinha ou poeira da estalagem.
- Personalidade: Acolhedora, falante e maternal. Tem senso de humor rápido, mas é firme quando necessário. Tem grande capacidade de observação sobre pessoas e situações.
- Relação com Solem: Figura protetora e inspiradora. Ensinou-lhe a valorizar histórias e o lado humano das pessoas, equilibrando seu lado inventor e racional.
Mira Doven era conhecida por todos no vilarejo — não apenas por sua estalagem de portas sempre abertas, mas pela forma como seu riso preenchia os corredores como se fosse a música mais familiar do lugar. Viúva ainda jovem, nunca se permitiu entregar-se ao peso da perda. Transformou sua dor em força e sua estalagem em coração pulsante da comunidade.
Para Solem, Mira foi mais do que amiga: era a voz que o puxava para a realidade quando ele se perdia demais em pensamentos ou experimentos. Não era raro ela aparecer na forja de Darian com um prato fumegante nas mãos, repreendendo-o por ter esquecido de comer. “Um corpo precisa de mais que engrenagens e ideias, menino”, dizia, ajeitando-lhe os cabelos com a mesma naturalidade de uma irmã mais velha.
No entanto, sua presença não era feita apenas de calor. Mira também foi uma das primeiras a ensinar Solem sobre o valor das histórias. No balcão da estalagem, ele se sentava para ouvir viajantes que vinham de terras distantes, cada um carregando fardos, glórias e arrependimentos. Foi ali, entre copos de cerveja e vozes cansadas, que Solem começou a entender que humanidade não era um conceito abstrato — era o conjunto das memórias, escolhas e cicatrizes que cada um carregava.