Nira

Informações Pessoais:
- Nome(s) Alternativo(s):
- Raça: Elfo
- Gênero: Feminino
- Idade: 11
- Altura: 101 cm
- Aniversário: 01 de Aprimay
- Local de Nascimento: ??? (Provavelmente reino Feérico)
- Cor de cabelo: Loiro
- Cor dos olhos: Vermelho
Informações Profissional:
- Afiliação: Terroristas Mágicos
- Ocupação: Artífice, Ferreiro
- Status: Vivo
Relações:
- Branik Thorne (Amigo)
- Darian Korr (Pai Adotivo†)
- Elandra Veyth (Amiga)
- Mira Doven (Amiga)
- Solem Caelum (Irmão Adotivo)
Historia
- Origem: elfa, orfã do vilarejo, criada por vizinhos. Cheia de energia e vivacidade, aprende rapidamente a sobreviver por conta própria.
- Aparência: Menina pequena, cabelos Loiros curtos e bagunçados, olhos vermelhos brilhantes. Sempre manchada de terra ou carvão das brincadeiras e experiências de Solem.
- Personalidade: Alegre, travessa, curiosa e sem malícia. Confiante com amigos próximos, especialmente Solem, que vê como seu herói.
- Relação com Solem: Representa a inocência e pureza da infância, lembrança da humanidade que Solem deseja preservar. Inspira-o a cuidar dos outros e valorizar pequenos gestos de bondade.
Nira não tinha mais do que oito invernos, mas possuía uma energia que parecia feita para rivalizar com o próprio sol. Órfã desde muito cedo, a pequena vivia entre os cantos do vilarejo, alimentada pela bondade de vizinhos e pela esperteza de quem aprendeu rápido a sobreviver.
Solem, porém, nunca a tratou como peso ou incômodo. Pelo contrário: Nira o seguia por toda parte como se fosse sua sombra, e ele aceitava essa presença com paciência quase fraterna. Quando trabalhava com Darian na oficina, era comum encontrá-la deitada sob a bancada, inventando aventuras com pedaços de engrenagens, como se cada peça fosse um herói em uma guerra imaginária.
Mas Nira tinha algo que ninguém mais oferecia a Solem: pureza. Para ela, ele não era estranho, nem criação misteriosa, nem jovem de aura enigmática. Era simplesmente seu herói. O amigo que sempre tinha tempo para escutá-la, que a ensinava truques com ferramentas, que a protegia dos garotos mais velhos quando zombavam de sua condição.
No riso de Nira, Solem Caelum encontrou talvez o reflexo mais próximo daquilo que buscava: uma humanidade simples, genuína, sem mistério ou cálculo. Cuidar dela era como cuidar de uma chama pequena, frágil e preciosa — lembrando-o de que havia vidas que mereciam ser protegidas, mesmo quando o mundo se mostrava frio e indiferente.